sábado, 14 de junho de 2014

Passei o fim de semana numa gruta

Era sexta-feira e tinha ido para o pólo-norte numa viagem que a minha mãe me ofereceu. Quando estava por lá a passear, começou a nevar muito e tive que arranjar um abrigo. Vi uma gruta e fui-me meter lá dentro. Estava muito frio e eu estava cheio de fome por isso fiz um buraco no gelo e peguei num pau, afiei-o e ia espetando a ponta nos peixes que passavam lá perto do buraco. Tinha um isqueiro, peguei em alguns paus e fiz fogo para assar o peixe. Comi o peixe e fui dormir. No dia seguinte, quando acordei, ainda estava a nevar por isso pensei logo que tinha que ficar lá mais um dia. Entreti-me lá a pescar e o dia passou num instante. Parou de nevar e fui continuar o passeio. No dia a seguir voltei para casa e foi assim, o meu fim-de-semana numa gruta do pólo norte. 

Amanhã vou à pesca

Ontem, quando acordei, pensei para mim “amanhã vou á pesca”. Liguei logo para o Charlly a perguntar se ele queria vir comigo e ele disse logo que sim. Na parte da tarde fui preparar as coisas para no dia a seguir ir á pesca e quando acabei já eram horas de ir dormir. No dia seguinte, era o dia de ir á pesca com o Charlly. Liguei-lhe e disse-lhe para ele vir ter comigo á minha casa na motorizada. Quando ele chegou já eu tinha as coisas todas preparadas. Metemos gasolina na motorizada e fomos para a barragem de Santa-Clara. Quando chegámos lá, metemos logo as canas a pescar. No fim do dia já tínhamos 17 carpas de dois quilos para cima e fomos embora para o café. Bebemos lá umas frescas e depois fomos para casa.


Se eu mandasse no mundo

Se eu mandasse no mundo queria todos os ladrões na prisão, acabaria com a poluição e com a guerra. Não haveria pobreza e mandava fazer lares para as crianças e idosos que vivessem sozinhos. Legalizava cannabis e o resto das drogas eram todas proibidas e as pessoas desempregadas passavam todas a ter um emprego e ganhavam todos o mesmo dinheiro, fosse qual fosse o emprego. Fazia com que os governos permitissem que todos pudessem ir á escola sem pagar, eram pagos para ir à escola e ainda abria cursos para os idosos. E se tu mandasses no mundo, o que farias?

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Ontem acordei no corpo de um animal

Ontem, acordei, fui-me olhar ao espelho e assustei-me. Estava lá um tigre e quando dei por mim, o meu corpo estava igual ao de um tigre. Fiquei espantado mas até gostei. Fui dar uma volta pela floresta e lembrei-me de ir caçar, porque ainda não tinha comido o pequeno-almoço. Dei uma volta á floresta e encontrei lá um javali. Ele olhou para mim e fugiu. Fui a correr atrás dele e apanhei-o. Comi-o e depois fui para casa. Cheguei a casa, olhei para o relógio, e vi que já eram 8 horas da noite. Fui jantar porque já estava com fome outra vez. Depois de jantar fui dormir, e na manhã seguinte acordei e reparei que tudo o que aconteceu era só um sonho.

Biografia de Gil Vicente


Gil vicente, autor do Auto da Barca do Inferno, nasceu por volta de 1465, em Guimarães ou noutro lugar na região da Beira. Foi casado duas vezes, foi pai de cinco filhos, incluindo Paula e Luís Vicente.
             No início do século dezasseis, participou nos torneios poéticos. Durante mais de três décadas, Gil Vicente foi animador da corte, escrevendo e representando mais de quarenta autos. Gil Vicente dividiu as suas peças em três grupos: obras de devoção, farsas e comédias. Uns anos depois, seu filho, Luís Vicente, acrescentou o quarto grupo, a tragicomédia. As suas obras constituem uma grande fonte de informação sobre o início do século 16.  










quinta-feira, 5 de junho de 2014

Poema de um autor



A Abelha


A abelha que, voando, freme sobre


A colorida flor, e pousa, quase


Sem diferença dela 


À vista que não olha, 


Não mudou desde Cecrops. Só quem vive


Uma vida com ser que se conhece


Envelhece, distinto


Da espécie de que vive.


Ela é a mesma que outra que não ela.


Só nós - ó tempo, ó alma, ó vida, ó morte! -


Mortalmente compramos


Ter mais vida que a vida. 


Nome do autor: Fernando Pessoa


Justificação da escolha: Fui pesquisar poemas à Internet e vi o nome deste e chamou-me à atenção porque a minha irmã já teve um namorado que a alcunha dele era "Abelha", por isso escolhi este poema.  

Narrativa Poética

Atrás de uma casa grande
Onde havia muito mato
E parecia a Amazónia.

Era um dia de verão
Numa sexta-feira
E estava um calorão
Enquanto estava com a bebedeira, subi para cima da mesa.

Estava com o Charlly
Ele tem olhos castanhos
É muito alto, como a torre Eiffel
Estava vestido de preto e deu um salto
E estava cheio de sono.

Vimos 6 ou 7 homens
Com duas carrinhas que falavam
Estavam a trocar coisas
Havia uma mulher no meio dos homens
Que estava atada com cordas e linhas
E os homens trocaram-na
Por uma carrinha cheia de dinheiro
Mas quando já tinham o dinheiro
Iam entregar a mulher
Mas mataram-na e fugiram, e até levaram um mealheiro.

Se fosse eu não fazia assim
Não me escondia tanto
Quando fosse para fazer a troca não matava a mulher,
Não podiam estar lá tantas pessoas naquele canto
Porque assim ia lá a polícia e podia apanhá-los.
Ia com a cara tapada
Para ninguém me conhecer
E tapava a matrícula da carrinha que é um camião.

Se me tivessem visto
Tinham-me mandado para os anjinhos
Ou então faziam chantagem,
Ou podiam-me raptar como previsto
E usar-me para trocas.
Nunca mais via a minha família
Nem os meus amigos.

Eu nunca mais me esqueço disto.
Eu daqui a uns anos vou lembrar-me de tudo isto.